03 ago • 2019

A terra do gelo e do fogo: dicas de viagem à Islândia

Por que será que a Islândia tem despertado tanto o interesse de turistas do mundo todo? Um dos menores países do mundo, super isolado, frio, bem pertinho da Groelândia…

Venha entender porque a terra do gelo e do fogo é tão fascinante e uma viagem à Islândia tem aparecido como número 1 na listinha de tantas pessoas.

Nesse post você irá encontrar informações gerais sobre a Islândia, curiosidades, um roteiro básico de 4 dias, as principais atrações, quanto custa viajar para a Islândia, onde se hospedar e dicas de restaurante e comidas típicas.

Dicas de viagem para Islândia

Um lago qualquer congelado no meio do caminho | Foto: Mari Veronez

 

O LUGAR

 

A Islândia é um país nórdico europeu de tamanho menor que o estado de São Paulo. Seu território é composto por uma ilha principal e outras pequenas ilhas no oceano Atlântico, entre a Groelândia e a Europa Ocidental.

A densidade populacional é baixíssima na Islândia. O país possui menos de 400 mil habitantes. Desses habitantes, praticamente a metade vive na capital Reykjavik. Esses dados já dão uma dimensão de como é a viagem à Islândia: você vê muita paisagem, muitos campos e pouquíssimas pessoas.

Roteiro e todas as dicas para viajar para a Islândia

Paisagens surreais, estradas desertas e muita beleza | Foto: Mari Veronez

 

O Clima na Islândia:

Apesar de localizada bem ao sul do Círculo Polar Ártico, a Islândia recebe uma corrente marítima que vem do Golfo e acaba tornando o país com temperaturas bem mais amenas que outros países localizados na mesma latitude. O inverno tem temperaturas na média de -5ºC e os verões são frescos, com temperatura média de 12ºC.

Eu viajei para a Islândia no final do inverno (março) e peguei entre 2ºC e -5ºC, mas ventava muito e fazia a sensação térmica chegar a -10ºC. Então é importante ir preparado com roupas bem pesadas de inverno, pois o vento no país não dá muita trégua.

Todas as dicas de viagem e roteiro para a Islândia

Isa bem quentinha (leia-se passando frio) na Islândia | Foto: Mari Veronez

Um fato curioso é que essa corrente marítima do Golfo acaba trazendo uma grande instabilidade no clima da Islândia, que pode mudar radicalmente em pouquíssimo tempo. Existe até um ditado popular muito falado por lá, que é “se você não gosta do tempo na Islândia, espere cinco minutos”. Parece exagero, mas em 15 minutos você pode sair de um sol agradável e temperatura de 5ºC para uma ventania e neve caindo, com temperatura a -2ºC.

 

Geologia da Islândia:

A geologia é um dos principais fatores que tornam a Islândia um país incrível de se visitar.

Suas características mais marcantes são:

  • Vulcões: são aproximadamente 22 ativos no país;
  • Campos de lava vulcânica (faz parecer que estamos na lua)
  • Gêisers e fontes termais (devido a toda atividade vulcânica)
  • Fiordes
  • Deserto gelado
  • Campos verdes
  • Glaciares

A Islândia é essencialmente uma ilha vulcânica e um dos episódios que marcou o mundo recentemente foi a erupção do vulcão Eyjafjallajökull, em 2010, que cancelou todos os voos da Europa por conta da fumaça causada pela erupção.

Mas o pior episódio foi em 1783, com a erupção do vulcão Laki. Essa é tida como a maior erupção que já existiu no mundo e dizimou aproximadamente um quarto da população da Islândia!

Além de ficar num hot spot (o que explica a quantidade de vulcões), a Islândia também fica em uma área de encontro de placas tectônicas, por isso é muito comum terremotos na ilha. Mas geralmente não são terremotos de grande intensidade e dizem que nunca causaram uma vítima fatal.

Um fato curioso é que na Islândia se encontra uma fissura entre as placas tectônicas norte-americana e eurásia.  Essa fissura é o que separa os continentes América e Europa e se chama Silfra. Você pode ver e até mergulhar nela dentro do Parque Thingvellir.

Silfra - fissura entre placas tectônicas na Islândia

Silfra – Parque Nacional Thingvellir | Foto: Mari Veronez

Quanto custa viajar para a Islândia?

Custa bem caro. O país é tido como o quinto mais caro do mundo!!! Quando estava pesquisando para minha viagem, li em alguns sites e blogs uma estimativa de gasto de €90 a €100 (euros) por dia e por pessoa.

Mas a minha experiência foi um pouco diferente e acho que €100 euros por dia não dá! Ao menos que você faça uma viagem beeeem econômica e deixe várias coisas de fora. Eu calcularia algo em torno de €150 a €200 por pessoa e por dia. Isso contando hospedagem, passeios, restaurante, aluguel do carro e combustível.

Claro que tudo depende do tipo de viagem que você irá fazer e esse cálculo não é para uma viagem de luxo. Mas para você ter um conforto mínimo, alugar um carro 4×4, conhecer restaurantes locais e principalmente fazer os passeios.

Com nosso carro, gastávamos uma média de £60 a £80 (libras) por dia somente com combustível. Em um restaurante bem simples, o prato custa no mínimo £15 ou £20. Em um restaurante melhor, pode considerar umas £40 a refeição. Bebida alcóolica também é algo bem caro por lá.

E se você adora fazer compras (o que não é meu caso e nunca acaba sendo meu objetivo nas viagens), prepare-se para se assustar com o preço das roupas, casacos, sapatos e etc. É bem caro e até desanimador rs.

 

Precisa de visto para brasileiros entrarem na Islândia?

Não. Brasileiros podem fazer viagens turísticas ou comerciais à Islândia sem qualquer necessidade de visto, desde que a permanência não ultrapasse 90 dias.

Um documento muito cobrado de brasileiros é o comprovante internacional de vacinação de febre amarela, mas a Islândia também não pede!

Para entrar no país, você precisa de:

  • Passaporte válido com mais de 3 meses para o vencimento;
  • Bilhete aéreo comprovando a saída do país;
  • Comprovante de hospedagem;
  • Seguro saúdo com cobertura mínima de 30 mil euros.
  • Caso solicitado, provar ter fundos suficientes para o tempo de turismo no país.

A verdade é que eles só pedem isso tudo para algumas pessoas. Eu passei tranquilamente na imigração e me fizeram poucas perguntas. Mas é bom estar precavido caso seja solicitado.

 

História, Cultura e Economia:

Um país essencialmente de cultura nórdica, a Islândia já foi monarquia norueguesa e depois dinamarquesa. A herança viking é muito presente no país, em sua culinária, nos contos medievais, nas poesias…

Considerado um país de primeiro mundo, a Islândia teve por muitos anos um dos mais altos padrões de vida do mundo. Até que veio a crise de 2008 que abalou completamente o sistema bancário e financeiro do país fazendo a ilha entrar em recessão.

Um fato curioso é que nesse período, muitas empresas estrangeiras encerraram suas atividades no país. Entre elas, o McDonald’s. Não existe mais McDonal’s na Islândia, podem acreditar. O sanduíche da rede de fast food pode ser encontrado apenas em um museu, onde eles guardam de recordação o último lanche vendido no país.

O governo tomou as rédeas da economia novamente e com uma série de ações, fez com que a Islândia se recuperasse da crise mais rapidamente que a maioria dos países europeus.

As mais importantes fontes econômicas do país são o setor de serviços ( área financeira, de seguros, de transporte e comércio) e o setor industrial (processamento de alumínio e de alimentos). Por conta do baixíssimo custo de energia do país, eles conseguem competitividade nesses dois tipos de indústria, que demandam muita energia.

Nós, viajantes, também contribuímos muito para a economia da Islândia. O turismo assumiu um lugar bem importante na economia do país e esse é um dos setores que mais cresce. A maioria dos turistas vem dos países nórdicos, do Reino Unido e da Europa Central.

 

 

QUANDO IR

 

O país é lindo em qualquer época do ano e suas paisagens mudam completamente de acordo com as estações. Por isso, a melhor época para visitar a Islândia depende do seu objetivo com a viagem e que paisagens você quer encontrar por lá. Explico melhor abaixo:

  • Maio a agosto:

Essa é a época mais quente e considerada também alta temporada por conta das férias européias e americanas. Nesse período, os dias são super longos e é possível presenciar o fenômeno do sol da meia-noite. O sol quase não se põe e são 20 horas de luz por dia.

Ótima época para quem quer viajar o país inteiro, passar pelas estradas das highlands (que ficam fechadas no inverno), ver os campos verdinhos, fazer muitas trilhas. Nessa época, todos os restaurantes e hotéis estão abertos. A parte negativa é que os preços são bem mais altos e as atrações ficam mais cheias de turistas.

  • Novembro a março:

Essa é a melhor época para quem busca ver a aurora boreal. É considerada a baixa temporada por conta do inverno e dos dias curtos. No auge do inverno, chega a fazer apenas 4 horas de luz por dia, o que acaba sendo pouco tempo para visitar as atrações e passear. Muitos hotéis, restaurantes, campings e atrações não abrem. Também não é possível passar pelas estradas do interior, pois elas ficam fechadas no inverno.

Além da possibilidade de ver o fenômeno incrível que são as northern lights, nesse período você consegue fazer tours dentro de cavernas de gelo e também encontra uma paisagem deslumbrante, com as montanhas cobertas de neve, lagos e até mesmo quedas de cachoeiras congeladas. É um visual encantador e muito bonito.

Os meses de primavera e de outono também são ótimas épocas para viajar para a Islândia, pois tem menos turistas e preços melhores. Em abril, os dias já começam a ficar mais longos e o frio começa a diminuir. Em setembro e outubro o frio já começa a chegar e os dias começam a ficar curtos, mas já há chances de ver a aurora boreal.

Já contei aqui em cima que eu visitei a Islândia no inverno. Fui bem no comecinho do mês de março e adorei. Como muitas estradas ficam fechadas, eu fiz a minha base perto de Reykjavik e fazia os passeios de bate e volta. O mais legal é que se eu for na primavera ou verão, além de poder viajar o país inteiro, vou conhecer uma paisagem bem diferente da que eu vi.

TRANSPORTE:

COMO CHEGAR NA ISLÂNDIA?

 

A melhor forma de chegar na Islândia é, sem dúvida, de avião. A rota com mais opções de voo e mais rápida é de Londres até Keflavík (principal aeroporto do país). Mas também é possível pegar voo direto de outras cidades européias, como Amsterdam e Paris. Para quem está com o visto americano em dia, também é possível ir via EUA, apesar de mais caro e tempo maior de viagem.

O aeroporto internacional Keflavík fica a aproximadamente 40 minutos (50Km) da capital islandesa Reykjavik.

Eu usei um buscador de viagens para encontrar o voo mais barato de Londres para a Islândia e acabei voando de Easyjet. Foi bem tranquilo. Dependendo da época que você for e a antecedência que você comprar, é possível achar bem barato, tipo R$200 reais ida e volta. O voo tem duração de 3 horas.

Fora o avião, existem alguns cruzeiros pela europa que também levam até a Islândia. Apesar de bem menos comum, é possível encontrar.

 

Pesquise aqui o voo mais barato para a Islândia:

 

 

COMO SE LOCOMOVER NA ISLÂNDIA?

 

Sem dúvidas, alugar um carro é a melhor de todas as opções. A Islândia tem estradas muito boas e é uma ilha pequena. É possível dar a volta inteira no país em aproximadamente 7, 8 dias dirigindo.

A estrada principal que faz circula toda a Islândia é a R1. Além dela, existem estradas menores e de terra nas highlands. Para se aventurar nessas outras, é necessário o aluguel de um carro 4×4. Mas caso a sua rota seja básica e você não vai sair da estrada principal, não vejo a necessidade de aluguel de um carro assim.

Eu fiquei muito na dúvida se alugaria um carro ou se faria meus passeios com uma agência de turismo. Isso porque eu fui no inverno e, como expliquei aqui em cima, o clima na Islândia muda em questão de minutos. Eu li em muitos blogs pessoas desaconselhando a dirigir no inverno por conta das nevascas, chuva, etc etc etc…

Mas a decisão mais acertada que fizemos na viagem foi, sim, alugar um carro. Nos deu muita mobilidade, mas principalmente nos fez enxergar o país e suas belezas de uma forma que não teríamos acesso se estivéssemos apenas num ônibus de turismo.

Mesmo a gente não pegando as estradas piores e internas, alugamos um carro 4×4 e muito bom para termos todo o tipo de estabilidade e segurança que poderíamos.

Pesquisei o preço super em cima da hora através do comparador RentalCars e acabamos conseguindo um preço muito bom, considerando que faltava menos de uma semana para a viagem. Reservar na internet é sempre mais barato que na hora e sempre mais barato que reservar direto com as locadoras.

 

 

Dicas sobre aluguel de carro na Islândia

Nosso queridinho parceiro de viagem | Foto: Mari Veronez

 

Com essa instabilidade do clima na Islândia, principalmente no inverno é comum que trechos de estradas fechem por conta do mau tempo. Então uma dica boa para quem vai dirigir por lá é baixar o aplicativo Vegagerdin App, que dá informações e alertas sobre as condições das estradas. Outro app importante é o 112 Iceland, que serve para você ir deixando a sua localização atual informada. Em caso de alguma emergência (ficar perdido ou preso em algum lugar), basta chamar no alerta vermelho do aplicativo.

 

RESTAURANTE

 

Não dá para falar de restaurantes na Islândia sem falar da gastronomia.  Esse assunto definitivamente renderia um post a parte. A comida islandesa é bastante exótica do ponto de vista brasileiro e tem uma enorme influência escandinava, sendo baseada em peixe, produtos lácteos e a carne de carneiro.

O Þorramatur é considerado o prato nacional da Islândia. Esse na verdade é um prato constituído de vários alimentos e é consumido pelos islandeses apenas em datas comemorativas, como o natal e o þorri (mês do antigo calendário islandês onde faziam sacrifícios e um banquete no alto inverno  – hoje cai entre janeiro e fevereiro).  Só para vocês terem idéia do porque de ser exótico, alguns dos alimentos que compõe esse prato são: tubarão fermentado (podre), peixe seco, gordura de sangue, salsicha de fígado de ovelha, cabeças de ovelha, escrotos de ovelha curado, e eventualmente barbatana de foca.

Essa tradição de comer carnes podres, alimentos dessecados e até as partes menos favorecidas dos animais na verdade veio de uma necessidade. Eles precisaram se adaptar a escassez dos alimentos e às temperaturas extremas e se virar muito bem com o que tinham. Por isso se acostumaram a comer alimentos com sabores tão fortes e ruins. E eles se orgulham bastante do quão ruim são essas comidas.

Além dessas iguarias que já citei, tem alguns outros alimentos bem típicos da Islândia:

  • Sopa de carne de cordeiro – é uma sopinha que leva a carne de cordeiro, batata e alguns outros legumes. Essa sopa é comumente servida dentro de um pão redondo e faz muito sucesso por lá.
  • Cachorro quente – eles dizem que tem o melhor do mundo! A salsicha é feita com carne de porco, bovina e também de cordeiro.
  • Peixes – bacalhau, salmão e muitos outros tipos de peixe são facilmente encontrados no país e são bem frescos também.
  • Brennivin – não é comida, mas é uma bebida alcóolica bem típica e bem forte, feita através da fermentação da batata e sementes de alcaravia.

 

Abaixo algumas dicas de restaurante em Reykjavik:

  • Bæjarins Beztu Pylsur – A Islândia tem a fama de ter o melhor cachorro quente do mundo. Se é verdade eu não sei, mas a receita é um pouco diferente: a salsicha é de porco com carne de cordeiro. Esse não é exatamente um restaurante, mas um quiosque que é tido como o melhor cachorro quente de Reykjavik.
  • Icelandic Street Food – um restaurante super simples, mas bem tradicional. Vendem a famosa sopa de cordeiro que vem dentro de um pão e é o carro chefe. Tem também a versão de frutos do mar dessa sopa.
  • Reykjavik Street Food – restaurante também simples, mas que foi muito bem recomendado pelo pessoal do meu hotel e tem ótima avaliação no TripAdvisor. Especialidades: Fish and chips e sopa de lagosta.
  • Reykjavík Kitchen
  • Old Iceland Restaurant
  • Fiskmarkadurinn (The Fish Market) – restaurante mais sofisticado muito bem avaliado em Reykjavik. Considerado por muitos o melhor da cidade. Opte pelo menu degustação.
  • Dill Restaurant – o único de Reykjavik com estrela Michelan. É preciso fazer reserva.
  • Matug og Drykkur Restaurant – ótimo lugar para comer a comida típica islandesa esquisita que mencionei acima.
Dicas de gastronomia e restaurantes na Islândia

A tradicional sopa de cordeiro servida no pão | Foto: Mari Veronez

 

 

HOSPEDAGEM

 

Se você vai viajar por toda a ilha, a sua hospedagem estará dividida em pontos estratégicos do país. Mas, se como eu, seu roteiro na Islândia ficará concentrado na parte sul do país, o mais recomendado é que concentre sua estadia em Reykjavik (ou redondezas) e faça os passeios de bate e volta.

Ficar bem no centrinho de Reykjavik é um facilitador, pois você consegue sair para jantar, almoçar passear e fazer a maioria das atividades a pé. Mas confesso que eu queria outra experiência nessa minha viagem para a Islândia. Por isso, optei por me hospedar no Hotel Laxnes, que eu super recomendo.

O Laxnes fica na cidade Mosfellsbær, a 10 minutos de carro de Reykjavik, ou seja, é muito perto. E ao mesmo tempo, lá você consegue ter uma experiência de hospedagem bem em contato com a natureza. São 6 categorias de quarto e todos têm vista espetacular para as montanhas e uma sensação de ser um pouco mais afastado da cidade, exatamente como eu queria.

Onde se hospedar na Islândia

Pôr do sol incrível da janela do nosso quarto no Hotel Laxnes | Foto: Mari Veronez

Sem contar que ver a aurora boreal era um dos meus objetivos e tive o grande privilégio de dormir vendo as luzes do norte dançarem pelo vidro das nossas janelas. Simplesmente inexplicável. Isso porque sendo mais afastado do centro, tem menos incidência de luz artificial (o que facilita na hora de ver a aurora).

Dicas de hospedagem e hotel na Islândia

Você pode ter a grande sorte de ver a aurora boreal no próprio hotel | Foto: divulgação

Dicas de hospedagem e hotel na Islândia

Aurora boreal no Hotel Laxnes | Foto: divulgação

O hotel é simples e extremamente acolhedor. Os funcionários são EXTREMAMENTE atenciosos, os quartos são muito confortáveis e eles ainda possuem uma jacuzzi ao ar livre, também com vista para as montanhas. A sensação de chegar semi congelando da rua e poder entrar na água quentinha, ficar relaxando e tomando um vinho enquanto anoitece é maravilhosa!

Onde se hospedar e dicas de hotel na Islândia

Jacuzzi bem quentinha com vista ESPETACULAR no Hotel Laxnes | Foto: Mari Veronez

Dicas de hospedagem e hotel na Islândia

Jacuzzi no Hotel Laxnes | Foto: divulgação

Dicas de hospedagem e hotel na Islândia

Jacuzzi no Hotel Laxnes | Foto: divulgação

O café da manhã está incluído na diária. É um café simples sem tanta variedade, com alguns itens bem típicos da região. Mas era tudo fresquinho e super funcionava para nós.

Fiquei em um quarto no segundo andar da categoria deluxe. O quarto tinha uma janela que se abria e virava uma sacada muito fofa!

Onde se hospedar na Islândia

Acordar com essa vista não tem preço – Hotel Laxnes | Foto: Mari Veronez

Dicas de hospedagem e hotel na Islândia

Janela que se transforma em sacada no Hotel Laxnes | Foto: divulgação

Dicas de hospedagem e hotel na Islândia

Janela que se transforma em sacada no Hotel Laxnes | Foto: divulgação

Então fica a dica de um hotel que tem um ótimo custo-benefício, vistas incríveis, perto da capital, mas que ao mesmo tempo te lembrará sempre que você está na Islândia.

 

RESERVE AQUI O HOTEL LAXNES

 

Ou então, busque aqui outros hotéis na Islândia.



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O QUE FAZER

 

  • Circuito Golden Circle (o mais famoso da Islândia)
  • Observação de baleias em Husavik
  • Andar a cavalo (ou simplesmente visitar os cavalos islandeses que são peludinhos e lindos)
  • Águais termais (por conta da sua atividade vulcânica, o país é cheio delas. Blue Lagoon é a mais famosa)
  • Visitar cachoeiras
  • Visitar o lago de icebergs Jokulsarlon e Diamond Beach
  • Ver a aurora boreal
  • Ir numa caverna de gelo
  • Visitar a Península Snaefellsnes
  • Fazer o circuito das praias d South Coast
  • Dirigir e se perder pelas belezas naturais do país
  • Visitar o Parque Nacional de Ásbyrgi (região extremo norte)
  • Mergulho com snorkel em Silfra (a fenda que existe entre as placas tectônicas. Fica dentro do Parque Thingvellir)
Dicas do que fazer - Andar a cavalo e conhecer os cavalos Islandeses

Os cavalinhos peludos e mais lindos do mundo, que fazem parte dessa paisagem incrível | Foto: Mari Veronez

Dicas do que fazer - Andar a cavalo e conhecer os cavalos Islandeses

Ganhando uma lambida no ouvido do meu amigo de 4 patas | Foto: Mari Veronez

 

MEU ROTEIRO

 

A Islândia é um país pequeno que pode ser todo visitado em aproximadamente 1 semana – 10 dias.
Mas infelizmente dessa vez eu não tinha todo esse tempo. Além disso, como era inverno, era um pouco mais difícil viajar para o norte e acessar as estradas internas.
O meu roteiro foi de 4 dias inteiros e mesmo parecendo muito pouco, deu para conhecer as principais atrações. Concentramos em passeios possíveis de fazer de “bate-e-volta” de Reykjavik e deu super certo.

 

Dia 1:
Chegada no aeroporto às 8h00. Fomos direto retirar o carro na locadora e partimos para o nosso dia de passeio. Nesse dia, fizemos a Golden Circle, a rota mais famosa da Islândia. Começamos o dia pelo Parque Nacional Thingvellir, depois fomos no parque geotermal Haukadalur para ver os gêisers. De lá, partimos para a cascata Gulfoss e por fim, fomos até Kerið.
Dicas de roteiro e o que fazer na Islândia

Parque Nacional Thingvellir | Foto: Mari Veronez

Dica de passeios e roteiro na Islândia

Cataratas Gulfoss | Foto: Mari Veronez

Dica de passeios e roteiro na Islândia

Cratera Kerid | Foto: Mari Veronez

Fomos para o hotel finalmente fazer check in. A noite, tínhamos um tour de caçada à Aurora Boreal, mas por conta da previsão do tempo, foi cancelado. Então passamos a noite no centro de Reykjavik jantando e passeando.
Dia 2:
Logo após o café da manhã, viajamos em direção a Península Snæfellsnes. Após visitar todas as atrações que gostaríamos, pegamos a estrada de volta para o hotel. Chegamos no fim da tarde e ainda pudemos curtir uma jacuzzi. De noite o nosso tour para ver as Auroras foi confirmado. Partimos às 20h00 e voltamos às 23h00. Pegamos o carro e fomos procurar um lugar que ainda estivesse aberto para jantarmos.
Dica de passeio, roteiro e o que fazer na Islândia

Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Dica de passeio, roteiro e o que fazer na Islândia

Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Dica de passeio, roteiro e o que fazer na Islândia

Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Dica de passeio, roteiro e o que fazer na Islândia

Praia de areia negra na Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Dica de passeio, roteiro e o que fazer na Islândia

Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Dica de passeio, roteiro e o que fazer na Islândia

Península Snæfellsnes | Foto: Mari Veronez

Dicas de viagem e como ver a aurora boreal na Islândia

Emoção indescritível ao ver a aurora boreal | Foto: Mari Veronez

Dia 3:
Partimos de manhã bem cedo rumo a lagoa glaciar Jökulsárlón. No caminho, primeiro paramos na cachoeira Seljalandsfoss. Depois de seguir viagem, fizemos uma segunda parada na cachoeira Skógafoss. Depois fomos direto até o glaciar. Na volta, fizemos uma parada na cidadezinha de Vik e depois fomos para Reykjavik jantar e passear.
Passeios e o que fazer na Islândia

Cachoeira Seljalandsfoss | Foto: Mari Veronez

Passeios e o que fazer na Islândia

Cachoeira Seljalandsfoss | Foto: Mari Veronez

Passeios e o que fazer na Islândia

Jokulsarlon Glacier | Foto: Mari Veronez

Passeios e o que fazer na Islândia

Jokulsarlon Glacier | Foto: Mari Veronez

Passeios e o que fazer na Islândia

Os icebergs vão do lago até a praia e é possível vê-los muito de perto | Foto: Mari Veronez

Dia 4:
Tivemos a manhã livre no centrinho de Reykjavik. Esse era nosso último dia, então fizemos as malas, o check out no hotel e fomos direto para a Blue Lagoon (que fica no caminho do aeroporto). Depois, dirigimos até a locadora de veículos, devolvemos nosso carro e fomos deixados por eles no aeroporto.
Dicas de passeio na Islândia - Blue Lagoon e águas termais

Blue Lagoon | Foto: Mari Veronez

Dica: é preciso reservar a Blue Lagoon com antecedência. Você pode fazer isso pelo site bluelagoon.com.
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Aluguel de Carro:

Alugue seu carro mais barato pela RentalCars. O site faz a busca de várias locadoras de veículo, comparando preços oferecidos. Pela minha experiência, os preços são realmente menores pela internet do que alugando presencialmente na própria locadora, então vale a pena. E alugando nesse link, o blog ganha uma simbólica comissão, mas você não paga nada a mais.

Seguro Saúde:

Item indispensável  no planejamento de uma viagem. É daquelas coisas que a gente espera nunca precisar usar, mas que tem que ter “just in case”. Fiz uma parceria com a Real Seguros porque sempre uso e funciona super bem. Eles comparam o preço das seguradoras, assim você escolhe o melhor seguro de acordo com suas necessidades e eles enviam a apólice super rapidinho. Se você reservar o seu seguro aqui, o blog também ganha uma simbólica comissão e você paga o mesmo valor.

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Beijinhos,
Mari Veronez